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![]() October 31, 2005»
Hoje a estranheza me abala [texto retirado de P.O.A.-Pacífico Oceano Atlântico e perfeito para hoje] postado por claudia ( 4:49 PM) | escreva também (2)
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Não me assalte: Não venha com essas arminhas d´água Solte a arma Entregue-se (Não me mate postado por claudia ( 1:02 PM) | escreva também (1)
October 28, 2005»
Tirei os sapatos Calcei os sapatos Foi apenas um passo. postado por claudia ( 3:50 PM) | escreva também (0)
October 27, 2005October 26, 2005»
Despeço-me agora de você. postado por claudia (10:53 AM) | escreva também (3)
October 25, 2005»
Uma flor postado por claudia ( 6:12 PM) | escreva também (1)
October 24, 2005»
Minhas roupas nas suas. Anoitece. O sereno da lua postado por claudia ( 9:59 AM) | escreva também (3)
October 21, 2005» homenagem a P.O.A.
[recuperado de.02] postado por claudia ( 3:15 PM) | escreva também (1)
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Tudo na corda bamba: postado por claudia ( 2:43 PM) | escreva também (0)
October 20, 2005»
[recuperado de .03] postado por claudia ( 2:01 PM) | escreva também (4)
October 19, 2005»
Um olho que nada vê postado por claudia (10:50 AM) | escreva também (2)
October 18, 2005»
E.U.T.E.A.M.O O sentir entre pontos postado por claudia (10:46 AM) | escreva também (3)
October 17, 2005»
A música estranha postado por claudia ( 4:48 PM) | escreva também (2)
October 13, 2005» ela: a explicaçãoNem tudo tem que ter explicação. Acho que nunca ninguém me ensinou isso. Na escola, era o contrário. Em casa, também. Tudo tinha um porquê e se não tinha, alguém deveria achar uma resposta. Assim cresci sabendo que haveria uma explicação pra tudo. Cresci sem medo de saber a verdade e entender que depois que se aprende a ler, não tem mais volta. Lembro como se fosse ontem. Eu estava no banco de trás de um Del Rey que meu pai tinha e passamos diante de uma farmácia e estava ali a palavra “FARMÁCIA”. Calmamente, perguntei para minha mãe como eu fazia para não saber o que estava escrito. E não tinha mais volta. Mas tinha uma explicação. O meu cérebro tinha aprendido a saber o que significava cada letra e, imediatamente, dava-me a resposta. Nem precisei perguntar o porquê daquilo, eu apenas entendi. Fiquei triste, mas entendi. Foi o primeiro caminho sem volta com que me deparei. Mais ou menos na mesma época, minha mãe descobriu porque, um dia, eu, ao atravessar uma rua e ouvir o grito: “olha o carro!”, simplesmente parei e fechei os olhos. Mesmo com o barulho do freio muito perto de meus ouvidos, tive a certeza de que estaria salva. Isso porque eu pensava que ao fechar os olhos eu desaparecia, como se fosse mágica. Mas porque você pensou isso? – perguntou minha mãe. Ora, eu só respondi que era simples, que como eu não enxergava nada quando fechava os olhos e ficava sem saber onde estava, nada me enxergava e não me encontraria. Estaria salva de qualquer atropelamento. Mais tarde ouvi a mais dura realidade sobre a morte: morreu, acabou – dizia minha falecida avó. Crise total dentro de mim. Mas por quê? Ora, porque somos como as flores, os animais, porque somos frágeis, porque não somos finitos. Mas por quê??? Definitivamente, eu não podia aceitar isso. Não podia, apenas, entender que, de uma hora para outra, tudo poderia acabar, que tudo viraria escuridão, silêncio, ausência de ar. Aí entendi o porquê das religiões e da história da reencarnação, das outras vidas e das almas. Afinal, tudo tinha que ter um porquê. Tudo tinha que acabar em uma resposta, fosse ela a mais absurda ou sem porquês tão palpáveis, eu tinha certeza. Por isso, até hoje, quando ouço ou penso que nem tudo tem explicação, eu não acredito. Você pode não ter pensando nela, mas ela existe. Você pode não querer falar sobre ela, mas ela existe. Você pode não querer dá-la a ninguém, exatamente porque ela existe e pode ser dolorida ou imbecil. Mas ela existe. Agora, diga-me: por quê? Seria tão mais fácil viver sem a maldita. E eu nem preciso dizer porquê. postado por claudia ( 4:51 PM) | escreva também (3)
» chile-qualquer parte: mais de P.O.A. - Pacífico Oceano Atlântico
Ainda estou aguardando fotos dos fotógrafos oficiais do dia da inauguração. Talvez as cordilheiras estejam fazendo barreira, impedindo que as imagens esperadas cheguem rápido. postado por claudia ( 3:06 PM) | escreva também (0)
» pseudo-carta a ninguémNão tenho mais a dizer. Cansei das falhas minhas e das falhas suas. Cansei das inverdades sutis. E das certezas invisíveis. Cansei dos cansaços. Cansei até dos abraços. Já não sinto mais o ânimo, a saudade, a espera. A hora marcada virou perda do meu precioso tempo. Tudo o que vejo são palavras soltas a alguéns, expectativas que inexistem, dívidas, dúvidas e momentos em maus lençóis. Meu cabelo está cheio de nós. Nós na cabeça pensante. Do que me resta está somente eu frígida entre as pernas e uma solidão imutável e sem gosto de um vinho insosso que acompanha uma comida fria. De sobremesa, simples sorrisos da mais fingida alegria. Da janela não vejo mais a sua casa. Já não sinto os ventos do velho Guaíba. Entre sonhos umedecidos e malucos meu coração fica a espreita, doente por sentir outra vez. Ah, como eu queria olhar em seus olhos e me ver! Ah, como eu queria ser surda e distraída para as dores íntimas, só minhas, só minhas, não suas. Sim. Hoje o dia escureceu aflito e minhas obras perderam o valor, perderam a certeza do que eram quando as fiz. Cada palavra minha escrita não é lida por você. Cada pedaço de música que cantei não entra em seus ouvidos. Cada mão minha carinhosa em seu corpo perdeu o hábito. Cada elogio constante já não tem mais o mesmo sentido. E então eu deito sobre meus pedaços e derreto como gelo ao sol acreditando que serei chuva para alguém que está seco. postado por claudia (10:57 AM) | escreva também (0)
October 11, 2005» quadroMe encosto pelas paredes postado por claudia (11:09 AM) | escreva também (2)
October 10, 2005» chile-quinta parte: mais um pouco de P.O.A. - Pacífico Oceano Atlântico
Discurso de Jorge Moraga durante a abertura da exposição postado por claudia ( 7:04 PM) | escreva também (0)
» chile-parte pub: cerveceria artesanal
Ao fundo, o anjo-amigo-artista-brachileno Jorge Moraga. A frente, litros e litros de cerveja, obviamente. postado por claudia ( 5:31 PM) | escreva também (0)
October 7, 2005»
postado por claudia ( 7:41 PM) | escreva também (1)
» chile-quarta parte: painel surpreendente dali no metrô
postado por claudia ( 5:30 PM) | escreva também (1)
» chile-terceira parte: pequena mostra nº 2 de P.O.A. - Pacífico Oceano Atlântico
Quer saber mais? Volte para lá e clique na cereja "Projeto P.O.A." postado por claudia (12:12 PM) | escreva também (0)
October 6, 2005» chile-segunda parte: pequena mostra nº 1 de P.O.A. - Pacífico Oceano Atlântico
Quer saber mais? Volte para lá e clique na cereja "Projeto P.O.A." postado por claudia ( 6:38 PM) | escreva também (0)
» chile-primeira parte: pequena nota consumista
Vai ver é por isso que o povo chileno não tirava o olho das minha botas Melissa by Hercochvitch. A Grendene deveria fazer o mesmo que as minhas velhas conhecidas marcas. postado por claudia ( 4:00 PM) | escreva também (1)
October 5, 2005» de voltaOntem voltei de Santiago do Chile. Por isso estive ausente nesta página. E hoje ainda me encontro cansada e completamente preenchida por ser uma das "precursoras" de P.O.A 24 Horas. Em breve notícias, cartas, relatos, fotos, postais e afins. postado por claudia ( 4:33 PM) | escreva também (1)
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